Doenças e Lesões do Quadril

Lesão do Labrum

O que é?

Labrum (ou lábio) acetabular é uma estrutura fibrocartilaginosa que circunda o rebordo do osso acetabular.

A fibrocartilagem que forma labrum é semelhante a dos meniscos no joelho, e difere da cartilagem articular (chamada de hialina) por ser regenerável.

Ele auxilia na estabilidade da articulação por fazer um efeito de vedação no quadril.

Sintomas (quadro clínico)

A lesão labral tipicamente provoca dor anterior e lateral do quadril, mas há muita variação nas manifestações clínicas. Caminhar, sentar por muito tempo e correr costuma piorar os sintomas.

Fatores de Risco

A ruptura labral pode ocorrer por um traumatismo agudo, como a luxação do quadril, mas na grande maioria das vezes ocorre por sobrecarga ou lesão repetitiva.

O impacto femoroacetabular é a causa mais frequente de lesão labralO impacto femoroacetabular é a causa mais frequente de lesão labral. Ocorre que as proeminências ósseas “esmagam” o labrum, repetidamente, nos movimentos de flexão e rotação do quadril. Portanto, esta lesão é frequente em praticantes de tênis, futebol, golf.

Na displasia acetabular, o acetábulo é relativamente menor, deixando a cabeça do fêmur descoberta. Tentando uma compensação, o corpo desenvolve um labrum maior e que recebe mais energia do que o normal. Sua sobrecarga pode levar a uma ruptura por fadiga.

Em extremos de amplitude de movimentos, o lábio acetabular pode ser lesadoEm extremos de amplitude de movimentos, o lábio acetabular pode ser lesado, em um mecanismo semelhante ao impacto tipo Pincer.

Dançarias de balé tem risco de ruptura do labrum 5 vezes maior que a população em geral, no entanto, a maioria delas é pouco sintomática.

Diagnóstico

O raio-x pode dar sinais indiretos. Mas os exames mais utilizados para visualização do labrum são a Ressonância Magnética e a Artro-ressonância Magnética – esta com injeção de contraste na articulação.

Tratamento

Inicialmente opta-se por medicações anti-inflamatórias e analgésicas associadas a fisioterapia. Em casos persistentes pode ser necessário cirurgia.

As técnicas cirúrgicas podem incluir, desbridamento ou sutura da lesão e podem ser feitas por via artroscópica ou convencional (cirurgia aberta).

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